
A província está se preparando para um Simulação de tsunami em Cádiz um exercício em larga escala chamado Response25, projetado para testar a reação institucional e cidadã a um tsunami causado por um terremoto semelhante ao de Lisboa em 1755.
Vai participar mais de 20.000 pessoas entre cidadãos e operações, com o dispositivo iniciando às 10:00 e enviando o alerta em massa ES-Alert às 10:03 horasAlém disso, os sistemas de som e as campainhas serão testados para garantir que a mensagem chegue a todas as áreas.
Cronologia e aviso público
O roteiro contempla um terremoto de referência com magnitude 7,6 a sudoeste do Cabo São Vicente, gerando a ativação oficial às 10:00 e o alerta público pelo ES-Alert às 10:03 com instruções básicas.
A mensagem será repetida várias vezes, incluirá um link com instruções e destacará que Não é uma verdadeira emergência.A partir desse momento, a população tem uma hora para chegar às zonas seguras designadas.
Até às 11:00, serão atualizados o horário estimado do impacto simulado na cidade de Cádiz, bem como parâmetros como a altura das ondas e os horários de chegada; Sanlúcar receberia a onda alguns minutos antes., e o CECEM-112 coordenará as comunicações através do REJA, REMER e da plataforma GEA com um posto de comando nos cofres de Santa Elena.
A evacuação preventiva será limitada a grupos previamente instruídos: mais de 2.500 alunos Do centro histórico, eles seguirão para as praças San Antonio e Mina; o pessoal do porto se reunirá no rua largaNa Zona Franca, os locais de teste serão o edifício Europa e o estacionamento de vários andares; evacuação vertical Em edifícios públicos, hotéis e centros para idosos.
Zonas seguras e recomendações
Um guia fundamental para o exercício indica que no quarto andar ou superior De qualquer edifício na cidade, a população estaria fora do alcance da inundação prevista, portanto, o resgate vertical será priorizado.
Estádio Nova Mirandilha As áreas superiores serão abertas como uma zona segura com capacidade estimada para milhares de pessoas; recomenda-se também que edifícios e portais públicos sejam abertos para facilitar o acesso às áreas altas protegidas.
Será aconselhável saber com antecedência o pontos de encontro e rotas de evacuação: empresas de abastecimento, clubes náuticos, Navantia, ADIF e empresas da zona portuária e da Zona Franca estão colaborando, juntamente com associações profissionais e centros educacionais.
Os navios de cruzeiro atracados Eles são instruídos a informar os passageiros; o protocolo prevê, para os navios, a decisão entre abrigar-se no cais ou manobrar em direção ao mar aberto, e na praia, surfistas e banhistas sem acesso imediato a telefones celulares serão notificados.
Cenários e participação territorial
A operação será implantada cinco cenários: evacuações em altura e horizontal na Plaza de San Antonio; salvaguarda do património cultural no Museu de Cádiz; alertas e salvamentos na praia de Santa María del Mar (incluindo treino forense); avaliação de danos em edifícios na zona portuária e na Zona Franca; e um exercício na zona portuária de El Puerto de Santa María com a UME.
O porto participa. 21 entidades e 27 locais de trabalhoNa Zona Franca, estão envolvidos 31 empresas e 42 centros; além disso, 38 edifícios da Junta, 21 escolas, 12 do Conselho Provincial, 17 da Subdelegação e repartições municipais estão envolvidos, juntamente com hotéis como o Playa Victoria, o Senator Cádiz e o Parador Atlántico para testes de evacuação vertical.
O Conselho ativará o Plano de Emergência para o Risco de Tsunami na Andaluzia, com mapas de perigo (correnteza, arrasto, tempos de chegada e momento de fluxo) e mapas de vulnerabilidade de edifícios; o Pemea será testado para mensagens com o 112 (incluindo chat para surdos), a rede REJA e a coordenação GEA.
Além da cidade de Cádiz, municípios costeiros Cidades como Chipiona, Conil de la Frontera, Rota, Los Barrios, Puerto Real, La Línea, San Roque ou Vejer ativarão os seus planos locais para melhorar os tempos de resposta e a coordenação interadministrativa.
As autoridades insistem que é um exercício planejado Para ganhar tempo e eficiência diante de riscos de baixa probabilidade, mas de alto impacto, e para lembrar os cidadãos da importância de conhecer rotas, pontos seguros e como ajudar pessoas com mobilidade reduzida.

